Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

72 – Missal Antigo do Mosteiro de Lorvão

A letra S capitular maiúscula num códice iluminado do Missal Antigo do Mosteiro de Lorvão, do século XII.

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Terça-feira, 1 de Junho de 2010

71 – Comentários ao Apocalipse

O homem atormentado pelas bestas, no códice Comentários ao Apocalipse, do Beato de Liébana. Na iluminura, datada do ano de 950, vemos três seres humanos a serem atacados por quatro satorelas multicoloridas, umas bestas espinhosas em forma de cavalo, couraçadas para combate, com a testa coroada de ouro, dentes e garras de leão, longos chifres e visão humana, enquanto um anjo de lança em riste vem em socorro da humanidade.

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Sábado, 1 de Maio de 2010

70 - Livro de Horas de Dom Manuel I

Matança dos Inocentes, Livro de Horas de Dom Manuel I

Matança dos Inocentes, iluminura do Livro de Horas de Dom Manuel I, cena dum grande realismo, na qual se vê uns soldados a massacrar um grupo de mulheres, recém-nascidos e crianças num acampamento.

 

No primeiro plano observamos um soldado a matar uma criança de colo com um alfanje. Na parte cimeira do lado direito – do observador – o massacre prossegue na colina, perante a dor intensíssima e olhar estarrecido das mães, enquanto à esquerda, ao longe e na porção central, vemos José a puxar a arreata dum burro, no qual cavalgam Maria e Jesus, a fim de fugirem para o Egipto.

 

Na tarja lateral esquerda desenrola-se a cena bíblica de edificação da torre de Babel, que Deus todo-poderoso põe termo, vindo do alto.

 

Na tarja da direita e na porção inferior o iluminista representa o Dilúvio, outra cena do Antigo Testamento. Na porção inferior desta tarja lateral, a Arca de Noé voga num mar encapelado e diluviano, enquanto no baixo-de-página, a humanidade tenta desesperadamente agarrar-se a troncos de árvores.

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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

69 – A Bíblia dos Jerónimos XIX

 

Bíblia dos Jerónimos, incipit liber do Livro de Josué, livro II, capítulo I, fl. 6v, códice iluminado a cor e ouro, com a Cruz de Cristo na tarja superior e as Armas Reais da tarja inferior, um grande exemplar da Arte decorativa da Renascença.

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Segunda-feira, 1 de Março de 2010

68 – FORAL DE FREIXO DE ESPADA À CINTA

Foral de Freixo de Espada à Cinta

Fólio do foral manuelino da vila de Freixo de Espada à Cinta, datado de 1512.

 

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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

66 - Mês de Janeiro

Janeiro, mês da troca de prendas no “Les Très Riches Heures du Duc de Berry”. Na iluminura, o Duque de Berry, envergando um rico manto azul, está sentado à mesa junto dum fogão, protegido por uma quebra-fogo, cercado por serviçais e inúmeros cortesãos. Ao fundo, os cavaleiros preparam-se para participar numa justa.

 

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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

65 - Missal de Jean Rolin

Missal de Jean RolinPormenor do Missal de Jean Rolin

Folio e pormenor do Missal do Cardeal Jean Rolin, manuscrito iluminado do século XV.

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Domingo, 1 de Novembro de 2009

64 - Livro de Horas de Dom Manuel I

Ofício de Defuntos do Livro de Horas de Dom Manuel I

Ofício de Defuntos do Livro de Horas de Dom Manuel I, vendo-se em fundo uma vista da urbe lisboeta quinhentista.
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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

63 - Livro de Horas de Dom Manuel I

Ofício de Defuntos do Livro de Horas de Dom Manuel I

Ofício de Defuntos do Livro de Horas de Dom Manuel I, vendo-se em fundo uma vista da urbe lisboeta quinhentista.
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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009

62 - Les Grandes Heures de Jean de Berry

Les Grandes Heures de Jean de Berry

“Les Grandes Heures” de Jean de Berry, manuscrito iluminado do século XV, com uma faustosa bordadura povoada com o brasão e divisa pessoal de Jean, Duque de Berry.
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Domingo, 2 de Agosto de 2009

61 - Homenagem ao General Pereira Coutinho

Iluminura de homenagem ao general Pereira Coutinho

    Pergaminho iluminado a cores e oiro de homenagem ao general D. Miguel Pereira Coutinho, oferecido por ocasião do fim da sua comissão de serviço como comandante do Governo Militar de Lisboa, cargo que exerceu entre Março de 1948 e Dezembro de 1952, desenhado e iluminado por António Lima e João Paulo de Abreu e Lima em 1952.
                        
    Uma espantosa cercadura semeada com motivos vegetalistas, centrada com uma janela manuelina, envolvida pela cruz de Cristo e cruz de S. Bento de Avis, com as armas de Coutinho (I), Pereira (II), Azevedo (III) e Pacheco (IV), com elmo, virol, paquife, coronel de nobreza e timbre de Coutinho. Pendente o colar da Ordem Militar da Torre e Espada.
 
    Incipit com os dizeres “As elevadas virtudes do General D. Miguel Pereira Coutinho. Homenagem das tropas do Governo Militar de Lisboa”. Em nota de rodapé a inscrição latina de autoria com os dizeres “ANTONIUS LIMA ET JOANNES PAULUS DE ABREU E LIMA INVENIERUNT ET PINXERUNT – OLISIPPO ANNO DOMINI MCMLII”.
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Domingo, 10 de Maio de 2009

58 - A Virgem e o Menino

A Virgem e o Menino

A Virgem e o Menino, iluminura do manuscrito “Livro de Horas de Milão-Turim”, da escola de Jan Van Eyck, datado de 1445.
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Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

57 - A Morte Coroada

A Morte Coroada, Livro de Horas de Renato d'Anjou

A Morte Coroada, iluminura do “Livre d’Heures de René d’Anjou”, de Barthélemy Van Eyck, do século XV. Vemos um corpo ressequido, de cabeça coroada com uma coroa real aberta, segurando um listel e postado em frente dum brasão com as armas da Hungria, Anjou-Sicília e Jerusalém, alusivas à pretensão de Renato de Anjou aos direitos dinásticos que lhe foram transmitidos por morte da rainha Joana II de Sicília, em 1435.
 
Barthélemy Van Eyck (1420+1470), artista e iluminista flamengo, foi pintor privativo de Renato de Anjou [René d’Anjou], Rei de Nápoles, para quem trabalhou entre 1447 e 1470.
 
Renato de Anjou, “o Bom”, nasceu em França a 19 de Janeiro de 1409 e faleceu em França a 10 de Agosto de 1480, segundo filho varão de Luís II, Rei de Nápoles, e de Iolanda, Infanta de Aragão e Rainha de Nápoles.
Casou a 1.ª vez em 1420 com Isabel, Duquesa de Lorena (1410+1453), filha de Carlos II, Duque de Lorena, e de Margarita da Baviera, com geração.
Casou 2.ª vez em 1454 com Joana de Laval (1433+1498), filha de Guido XIV, Conde Laval, e de Isabel de Bretanha, sem geração.
Foi Conde de Piémont (1409), Conde de Guise (1417), Marquês de Pont-à-Mousson (1419), Duque de Bar (1430), Duque de Lorena (1431-1453), Duque de Anjou (1434), Conde de Provença (1434), Conde de Forcalquiet (1434), Rei titular de Jerusalém, Rei de Sicília, Rei de Nápoles (1438-1442), Par de França, pretendente ao trono de Aragão (1466), pretendente ao trono de Valência (1466) e pretendente ao trono de Maiorca (1466).

Árvore de Costados de Renato de Anjou
Próprio
Pais
Avós
Bisavós
Renato I (1409+1480)
Duque de Anjou
Rei de Nápoles
Rei da Sicília
Rei de Jerusalém
Conde da Provença
Duque de Bar
Duque de Lorena
Luís II (1377+1417)
Duque de Anjou
Rei de Nápoles
Rei da Sicília
Rei de Jerusalém
Conde da Provença
Luís I (1339+1384)
Duque de Anjou
Rei de Nápoles
Rei da Sicília
Rei de Jerusalém
Conde da Provença
João II (1319+1364)
Rei de França
Bona de Luxemburgo (1315+1349)
Maria de Châtillon-Blois (1343+1404)
Carlos de Châtillon
Visconde de Limoges
Joana de Penthièvre
Iolanda de Aragão (1380+1442)
João I (1359+1395)
Rei de Aragão
Pedro IV (1319+1386)
Rei de Aragão
Leonor da Sicília (1325+1375)
Iolanda de Bar
(1365+1431)
Roberto I (1342+1411)
Duque de Bar
Maria de França (1344+1404)

 
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Domingo, 1 de Março de 2009

56 – Roma no livro “Très Riches Heures du Duc de Berry”

Roma no livro Très Riches Heures du Duc de Berry

Roma, no livro “Très Riches Heures du Duc de Berry”, fl. 141v.
 
Planta da cidade de Roma, sendo visíveis, na parte superior direita, a Basílica de São Paulo Extramuros (San Paolo fuori le mura), e no perímetro interno, a Arquibasílica do Santíssimo Salvador de São João de Latrão (San Giovanni in Laterano), o Templo de Castor e Pollux (ou dos Dioscuros), a Igreja da Santa Cruz de Jerusalém (Santa Croce in Gerusalemme), o aqueduto, a estátua equestre de Marco Aurélio, o Coliseum, o edifício gótico de Monte Palatino, o Arco de Tito, a igreja de Santa Francesca Romana, o Monte Capitolino, a Basílica de Santa Maria Maior (Santa Maria Maggiore), a Coluna de Trajano, a Coluna de Antonino Pio, as colossais estátuas de Monte Cavallo, e o Panteão de Agripa (igreja de Santa Maria ad Martyres).
 
Além rio Tibre vê-se a igreja de São Pedro, o Vaticano e a ilha Tiberina e as basílicas de Santa Maria e Santa Cecília de Trastevere. Fora de muros, no canto inferior vemos a Ponte Milvio sobre o rio Tibre, e o Castelo de Sant’Ângelo.
 
A iluminura parece ser uma reprodução, com alguns erros menores, do fresco do Palazzo Pubblico de Siena, pintado por Taddeo di Bartolo.
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

55 - Livre d’Heures Français de Moscovo

Livre dHeures Français de Moscovo

 

O Mês de Janeiro, no Livre d’Heures Français, iluminura francesa do século XV, depositada no Museu Histórico de Moscovo. Em baixo, um pormenor da mesma iluminura, retratando o repasto do camponês.

O repasto do camponês

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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

54 - Livro de Horas de Paris

Natividade, Livre d'Heures de Paris, séc. XV

A Natividade, iluminura do Livre d’Heures à l’usage de Paris, do século XV, obra do Maitre de Boucicaut.

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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

53 – LIVRO DE HORAS DE ÉVORA

Livro de Horas da Biblioteca de Évora

Natividade do Menino Jesus: Apresentação aos Reis Magos, iluminura do Livro de Horas do acervo da Biblioteca Pública de Évora, códice iluminado de origem francesa, datado dos meados do século XV, com cercadura carregada com elegantíssimos ornados florais estilizados e vegetalistas, realces de ouro, em tons azul, verde e vermelho e letra capitular.

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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

52 - A Bíblia dos Jerónimos XVIII

Bíblia dos Jerónimos, Livro de Josué, volume II

Bíblia dos Jerónimos, livro de Josué, volume II: tarja inferior com o pavilhão e armas reais, em campo de prata, cinco escudetes de azul em cruz, cada um carregado de cinco besantes de prata e a particularidade da bordadura de vermelho estar carregada de nove castelos de oiro; o escudo está sobrepujado de uma coroa real aberta; quatro figuras angelicais servem de tenentes, sustendo o escudo e o manto real. Remata o dossel do pavilhão um elegantíssimo ornato.

                                                  

A ladear a representação das Armas Reais, envolta em graciosos motivos vegetais e ornamentais, dentro de dois medalhões surgem as armas do Reino da Sicília: esquartelado em sautor, composto de Aragão e Hohenstauffen.

 

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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

51 - EL-REI DOM JOÃO II

D. João II no Livro dos Copos

Dom João II, na primeira página do códice iluminado do “Livro dos Copos”, que se encontra no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.

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Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

49 - Batalha de Aljubarrota

Batalha de Aljubarrota

Iluminura da Batalha de Aljubarrota, na “Crónica de Inglaterra” de Jean de Wavrin, século XV.

Batalha de Aljubarrota

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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

48 - CRÓNICA D’EL-REI DOM JOÃO I

Crónica de D. João I, de Fernão Lopes

Página iluminada da “Crónica d'El-Rei Dom João I”, de Fernão Lopes, com uma vista de Lisboa do século XV na tarja superior, que se encontra no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.

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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

47 - CRÓNICA D’EL-REI DOM JOÃO II

Crónica dEl-Rei Dom João II, de Rui de Pina

Iluminura do capítulo I da “Crónica d’El-Rei Dom João II”, de Rui de Pina. Vê-se o brasão de armas no canto superior esquerdo, e a sua empresa, um pelicano em seu ninho, bicando o peito para alimentar os filhos e o moto “POLA LEI E POLA GREI”, na tarja, em baixo.

 

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Sábado, 3 de Maio de 2008

46 - CRÓNICA D’EL-REI DOM JOÃO II

Crónica de D. João II, de Rui de Pina

Iluminura da Crónica d’El-Rei Dom João II, de Rui de Pina, 1504.

D. João II, “o Príncipe Perfeito”, nasceu no Paço da Alcáçova, em Lisboa, a 3 de Maio de 1455, filho terciogénito, primogénito varão sobrevivo, de El-Rei Dom Afonso V (1432+1481) e da rainha D. Isabel (1432+1455).

 

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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

45 - CÓDICE ALCOBACENSE

Códice Alcobacense, séc. XIII

Iluminura do Códice Alcobacense, o mais valioso fundo medieval português, e que sofreu alguns desfalques durante o domínio filipino e as invasões francesas. Fundo manuscrito ilustrado, do século XIII, pertencente ao Mosteiro de Alcobaça, conservado na Biblioteca Nacional de Lisboa.

 

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Sábado, 1 de Março de 2008

44 - A morte de Sócrates na prisão

A morte de Sócrates

A morte de Sócrates na prisão, após ter bebido o copo de veneno, na presença dos discípulos, acusadores e dos magistrados.

Iluminura francesa de Maitre François, datada de 1475, feita para Jacques d’Armagnac (1433+1477), 3.º Duque de Nemours, e pertencente à colecção “La Cité de Dieu”, livro I, fl. 362v.

 

Genealogia dos Duques de Nemours

 

I – Odon III (1138+1204), Visconde de Lomagne, Senhor de Firmacon; casou com Mascorose de Armagnac. Filho:

 

II – Bernard I d’Armagnac (1150+1202), Visconde de Fézensaguet; casado em 1172 com Géralda de Foix, filha de Roger de Foix e de Cécile de Trencavel. Filho:

 

III – Roger I d’Armagnac (1190+1245), Visconde de Fézensaguet; casado com Pucelle d’Albret, filha de Amanieu d’Albret e de Adelmonis d’Angouleme. Filho:

 

IV – Géraud VI d’Armagnac (1235+1285), Conde de Armagnac, Conde de Fézensac e Visconde de Fézensaguet; casado em 1260 com Mathé de Bearn, filha de Gaston de Béarn e de Bertha de Bigorre. Filho:

 

V – Bernard VI d’Armagnac (1270+1319), Conde de Armagnac e Conde de Fézensac; casado em 1298 com Cécile de Rodez, filha de Henri II, Conde de Rodez, e de Mascarose de Comminges. Filho:

 

VI – Jean I d’Armagnac (1305+1373), Conde de Armagnac, Conde de Rodez e Conde de Fézensac; casado com Béatrice de Clermont, filha de Jean de Clermont, Barão de Charolais, e de Jeanne de Dargies. Filho:

 

VII – Jean II d’Armagnac (1333+1384), Conde de Armagnac, Conde de Rodez e Conde de Fézensac; casado com Jeanne de Périgord, filha de Roger Bernard de Périgord e de Eleonore de Vendome. Filhos:

Jean III d’Armagnac (1359+1391), Conde de Armagnac; casada com a condessa Marguerite de Comminges, com descendência.

Bernard VII d’Armagnac, que segue.

Béatrix d’Armagnac (1365+), casada em 1379 com Gaston Febus de Foix-Bearn; casada em 1382 com Carlo de Visconti.

 

VIII – Bernard VII d’Armagnac (1360+1418), Conde de Armagnac, Conde de Pardiac, Conde de Charolais e Condestável de França; casado em 1393 com Bonne de France (1365+1435), filha de Jean de France, Duque de Berry e de Jeanne d’Armagnac. Filhos:

Jean IV d’Armagnac (1396+1450), Conde de Armagnac; casado em 1419 com Isabelle d’Evreux; casado em 1407 com Blanche de Bretagne. Com descendência.

Marie d’Armagnac (1397+).

Bonne d’Armagnac (1399+1433), casada com Charles d’Orleans.

Bernard d’Armagnac, que segue.

Anne d’Armagnac (1402+), casada com Charles d’Albret, com geração.

Jeanne d’Armagnac (1403+).

Béatrix d’Armagnac (1406+).

 

IX – Bernard VIII d’Armagnac (1400+1462), Conde de Pardiac, Conde de Castres, Conde de La Marche e 2.º Duque de Nemours; casado em 1429 com Eléonore de Bourbon (1412+1464), Condessa de La Marche, filha de Jacques de Bourbon e de Béatrice d’Evreux. Filho:

 

X – JACQUES D’ARMAGNAC (1433+1477), 3.º Duque de Nemours, Conde de Castres, Conde de Pardiac, Conde de La Marche e Visconde de Carlat. Executado em 1477 por ter conspirado contra o rei Louis XI. Casado em 1462 com Louise d’Anjou, filha de Charles IV d’Anjou, Conde de Maine, e de Isabelle de Luxemburg. Filhos:

Jacques d’Armagnac (1463+1477).

Jean d’Armagnac (1467+1500), 4.º Duque de Nemours e Conde de Pardiac; casado em 1492 com Yolande de la Haye.

Louis d’Armagnac (1472+1503) 5.º Duque de Nemours e Conde de Guise.

Marguerite d’Armagnac (+1503), Condessa de Guise; casada em 1503 com Pierre de Rohan-Gié.

Charlotte d’Armagnac (+1504), Condessa de Pardiac; casada com Charles de Rohan-Gié.

Catherine d’Armagnac (+1487), casada em 1484 com Jean II de Bourbon, Duque de Bourbon e Duque de Auvergne. Filho:

Jean de Bourbon (1487+), Conde de Clermont.

 

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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

43 - Batalha de Aljubarrota

Batalha de Aljubarrota

Iluminura da Batalha de Aljubarrota, na “Crónica de Inglaterra” de Jean de Wavrin.

 

Jean de Wavrin [Jehan de Waurin] (1400+1473), filho bastardo de Robert VII de Wavrin, foi afamado cronista francês, cavaleiro, militar e Senhor de Forestel, autor da célebre “Anciennes Chroniques d'Angleterre”.

 

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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008

42 - Batalha de Aljubarrota

Batalha de Aljubarrota

Iluminura da Batalha de Aljubarrota, na Crónica de Jean Froissart, século XV.

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Sábado, 1 de Dezembro de 2007

41 - Cerco de Lisboa

Cerco de Lisboa na Crónica de Froissart

Iluminura do Cerco de Lisboa de 1384, na Crónica de Jean Froissart.

 

    JEAN FROISSART (1333+1405), poeta e historiador francês, foi o mais importante cronista medieval europeu. Viajou por diversos países a fim de recolher dados para escrever a história das guerras do seu tempo, desde a batalha de Poitiers.

 

    Por isso percorreu longamente a França, Inglaterra, Escócia, Itália, Alemanha, Flandres, Luxemburgo, Boémia e Espanha. No país vizinho recolheu inúmeras informações acerca das lutas de Castela contra Portugal, as quais complementou com notícias recolhidas em Bruges junto da comunidade portuguesa.

 

    Chegou a deslocar-se de propósito à Holanda para ouvir durante seis dias o relato de João Fernandes Pacheco – Jean Ferrand Perceck, como ele o designa –, célebre cavaleiro português que ali se encontrava de passagem a caminho da Prússia, acerca da disputa ibérica e da Batalha de Aljubarrota: «pousada e ordenadamente de bom grado me fazia o seu relato, que eu tomava grande gosto de ouvir e de escrever».

 

    O Livro III das suas Crónicas relata pormenorizadamente a revolução portuguesa de 1383-1385 e a extraordinária Batalha de Aljubarrota, até com detalhes que o cronista Fernão Lopes não cita.

 

    Foram editadas pelas primeira vez em 1824 com o título de Les Chroniques de Sire Jean Froissart qui traitent des merveilleuses emprises, nobles aventures et faits d'armes advenus en son temps en France, Angleterre, Bretaigne, Bourgogne, Escosse, Espaigne, Portugal et ès autres parties, nouvellement revues et augmentées d'après les manuscrits.

 

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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

39 - A Bíblia dos Jerónimos XVII

Bíblia dos Jerónimos, vol. II, do livro de Josué, capitular inicial

Bíblia dos Jerónimos, volume II, Livro de Josué, capitular inicial.

 

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Segunda-feira, 3 de Setembro de 2007

38 - Frederico Barba Roxa

Imperador Frederico Barba Roxa e seus filhos Henrique VI e Frederico V, numa iluminura da Crónica dos Guelfos, do século XIII 

O imperador Frederico Barba Roxa (1122+1190), e seus filhos Henrique VI (1165+1197), Rei da Alemanha, Imperador do SIRG e Rei da Sicília, e Frederico VI (1167+1191), Duque da Suábia, numa iluminura da Crónica dos Guelfos, do século XIII [Friedrich-barbarossa-und-soehne-welfenchronik].

 

Frederico I nasceu em 1122, filho de Frederico de Hohenstaufen, Duque da Suábia, e da duquesa Judite Welf. Foi Duque da Suábia, em 1147; Rei da Alemanha, em 1152; Rei de Itália, em 1154; Imperador do Sacro Império Romano-Germânico, de 1155 até 1190. Promoveu a 3.ª cruzada, durante a qual veio a morrer afogado no rio Selef, na Cilícia, em 1190.

     

                                        

GENEALOGIA DE FREDERICO BARBA ROXA

 

1 – Frederico de Buren [Friedrich von Büren], nasceu cerca de 1017.

Casou em 1047 com Hildegarda von Hohenstaufen. Filho:

 

2 – Frederico de Staufen [Friedrich I von Staufen], nasceu em 1050 e faleceu em 1105.

Foi Duque da Suábia, em 1079.

Casou em 1089 com Inês da Alemanha [Agnes von Waiblingen], filha do imperador Henrique IV, e da rainha Berta da Saxónia. Filhos:

3.1 – Frederico II, que segue.

3.2 – Conrado III [Konrad III], nasceu em 1093 e faleceu em 1152. Foi Rei da Alemanha de 1138 a 1152. Casado e com geração.

 

3 – Frederico de Hohenstauffen [Friedrich II von Hohenstauffen], nasceu em 1090 e faleceu em 1147.

Foi Duque da Suábia, em 1105.

Casou a primeira vez em 1121 com Judite Welf [Judith Welf], filha de Henrique, Duque da Baviera, e da duquesa Vulfilda da Saxónia [Wulfhild von Saxon].

Casou a segunda vez em 1135 com Inês de Sarre [Agnes von Saarbrucken].

Filhos do 1.º casamento:

4.1 – Frederico Barba Roxa, que segue.

4.2 – Berta de Suábia (1123+1195), casada com o duque Matias da Lorena (1119+1176).

Filhos do 2.º casamento:

4.3 – Judite de Suábia [Jutta] (1135+1191), casada com Luís II, Landgrave da Turíngia.

4.4 – Conrado [Konrad] (1136+1195); foi Conde Palatino do Reno de 1156 a 1195. Casado e com sucessão.

 

4 – Frederico Barba Roxa [Friedrich Barbarossa], nasceu em 1122 e faleceu em 1190.

Foi Duque da Suábia, em 1147-1152; Rei da Alemanha, em 1152-1190; Rei de Itália, em 1154-1186; Imperador do Sacro Império Romano-Germânico, em 1155-1190; Conde de Borgonha, em 1156-1190; Rei da Borgonha, em 1178. Como Duque da Suábia foi Frederico III, e como Imperador foi Frederico I.

Casou a primeira vez em 1147 com Adelaide de Volburgo [Adele von Vohbourg], filha de Diepold III, Margrave de Vohbourg.

Casou a segunda vez em 1156 com Beatriz de Borgonha [Beatrice de Bourgogne] (1145+1184), Condessa Palatina de Borgonha, filha de Renaud III, Conde de Mâcon e Conde de Borgonha, e de Ágata de Lorena.

Filhos do 2.º casamento:

5.1 – Frederico V (1164+1170); foi Duque da Suábia, em 1168-1170.

5.2 – Henrique VI [Heinrich VI] (1165+1197); foi Rei da Alemanha, em 1169-1197; Rei de Itália, em 1186-1197; Imperador do Sacro Império Romano-Germânico, em 1191-1197; Rei da Sicília, em 1194-1197.

Casou em 1186 com Constança de Hauteville (1154+1198), filha de Rogério II, Rei da Sicília, e de Beatriz de Retel. Filhos:

6 – Frederico II (1194+1250); foi Rei da Alemanha, em 1197-1250; Rei da Sicília, em 1197; Rei das Duas Sicílias, em 1198-1250; Duque da Suábia, em 1212-1216; Imperador do Sacro Império Romano-Germânico, em 1220.

Casou a primeira vez em 1209 com Constança de Aragão, filha de Afonso II, Rei de Aragão.

Casou a segunda vez em 1225 com Iolanda de Brienne (coroada Isabel II, Rainha de Jerusalém, de 1225-1228), filha de João de Brienne, Rei de Jerusalém e Imperador do Império Latino de Constantinopla.

Casou a terceira vez em 1235 com Isabel Plantageneta, filha de João, Rei de Inglaterra.

Filho do 1.º casamento:

7.1 – Henrique VII (1211+1242); foi Duque da Suábia, em 1216-1235; Rei dos Romanos, em 1220.

Filho do 2.º casamento:

7.2 – Conrado IV (1228+1254); foi Duque da Suábia, em 1235-1254; Rei das Duas Sicílias, em 1250-1254; Rei da Alemanha, em 1250-1254. Casou em 1246 com Isabel da Baviera [Elisabeth von Wittelsbach], filha de Oto II, Duque da Baviera. Filho:

8 – Conradino [Konrad V] (1252+1268); foi Duque da Suábia, em 1254-1268; Rei da Sicília, em 1254-1258; Rei titular de Jerusalém, em 1254.

Filho bastardo legitimado, nascido de Bianca Lancia:

7.3 – Manfredo (1232+1266); foi Duque de Benevento; Duque de Nápoles; Príncipe de Tarento; Rei das Duas Sicílias [Rei de Nápoles e da Sicília], em 1258-1266. Casou a primeira vez em 1248 com Beatriz de Sabóia. Casou segunda vez em 1258 com Helena Angelina.

Filha do 1.º casamento:

8.1 – Constança da Sicília (1248+1302) [Constance von Hohenstauffen]; casou em 1262 com Pedro III, "o Grande" (1239+1285), Rei de Aragão e Rei da Sicília, com geração.

Filhos do 2.º casamento, considerados ilegítimos:

8.2 – Frederico [Federico da Sicília] (1259+1312).

8.3 – Henrique [Enrico da Sicília] (1260+1318).

8.4 – Enzo [Enzio da Sicília] (1261+1301).

Filho bastardo nascido de Adelaide...:

7.4 – Enzo [Enzio, Heinz] (1218+1272); foi Rei da Sardenha, em 1237-1249.

Filho bastardo nascido de Matilde...:

7.5 – Frederico [Federico de Antiocha] (1221+1256); foi Príncipe de Antioquia, Vicário Geral de Ancona, Podesta de Florença, Vicário Geral de Toscânia, Conde de Alba, Conde de Celano, Conde de Loreto.

5.3 – Frederico VI (1167+1191); foi Duque da Suábia, em 1169-1191.

5.4 – Oto I [Otton] (1168+1200); Conde Paladino da Borgonha, em 1190-1200. Casou em 1190 com Margarida de Blois, com geração.

5.5 – Conrado (1172+1196); foi Duque de Rothenburg, em 1188-1191; Duque da Suábia, em 1191-1196. Casou em 1188 com a Infanta Berenguela de Castela.

5.6 – Filipe de Suábia [Philip] (1176+1208); foi Burgrave de Wurzburg, em 1191; Margrave de da Toscânia, em 1195-1208; Duque da Suábia, em 1196-1208; Rei da Alemanha, em 1198-1208. Casou em 1197 com Irene Angelus de Bizâncio, filha de Isaac II, Imperador de Bizâncio. Com geração.

 

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publicado por Jofre de Lima Monteiro Alves às 17:47
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